Caminhos abertos: 90 crônicas sobre a vida, o amor e outros flagrantes

Autor: Artur da Tavola
Editora: Sextante

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Sinopse

“Artur da Távola foi muito mais do que um crítico. Foi um homem de imensa dimensão na cultura brasileira.” – Fernanda Montenegro“Inesquecível, Artur da Távola era um amigo em qualquer circunstância. Sempre me ajudou quando precisei. Como se diz em inglês, a man for all seasons. Minha gratidão por ele ter sido quem ele sempre foi.” – Paulo Coelho“Reler Artur da Távola não é apenas exercício de memória, é, antes, atualização e ferramenta para decodificar o cipoal audiovisual em que nossas vidas estão metidas.” – Pedro BialArtur da Távola considerava-se um “homem poli” – alguém que tinha numerosos interesses.Amava o rádio e a televisão, a política, os esportes e a música. Foi comunicador, escritor e deputado constituinte, observador arguto de tudo, homem atento aos sentimentos e afetos.Na crônica, encontrou terreno fértil para tratar dos tantos temas que o fascinavam.Esta obra traz 90 textos publicados entre 1970 e 2005. É uma homenagem aos 90 anos que o grande cronista brasileiro completaria em 2026 e um convite para que novos leitores descubram sua arte.

Dados

Título: Caminhos Abertos: 90 Crônicas Sobre A Vida, O Amor E Outros Flagrantes

ISBN: 9788543111650

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,7 x 21 x 1,7

Páginas: 288

Ano copyright: 2026

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Artur da Tavola

Organizador: Mirian Ripper

Autor

ARTUR DA TAVOLA

Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros, nasceu no Rio de Janeiro, em 1936. Paulo Alberto era deputado estadual, eleito em 1962, quando teve seus direitos cassados pelo regime militar em 1964. Após o período de exílio, retornou ao Brasil em 1968, quando adotou o pseudônimo. Formado em Direito pela PUC-RJ, foi redator de várias revistas da Editora Bloch, e colunista dos jornais O Globo e Última Hora. De volta à carreira política em 1987, quando foi eleito deputado federal, Artur da Távola ocupou cargos no Legislativo e no Executivo. Especialista em música clássica, assumiu a presidência da Rádio Roquete Pinto em 2007 e ajudou a revitalizar a emissora. Escreveu mais de 20 livros entre biografias, crônicas, poesia e estudos sobre televisão e música. Em sua coluna de despedida no jornal O Globo, publicada em 4 de abril de 1987, Artur da Távola escreveu: “Viver é acumular perdas, costumo dizer. Amadurecer é preparar-se para enfrentar as frustrações de cada perda, pedaço de vida que se acaba, felizmente transformando-se em novo, em criatividade, pulsação inusitada do ministério”. Artur da Távola morreu em 2008, aos 72 anos.