Vidas trans: a luta de transgeneros brasileiros em busca de seu espaço social

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Astral Cultural

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Sinopse

“Foi por meio de vozes como as que você lê aqui que pude superar o estigma e a proibição — primeiro, em relação à homossexualidade; depois, para me perceber trans. ”LAERTE (TRECHO DO PREFÁCIO DESTE LIVRO)“O aumento da visibilidade tem sido positivo para a nossa população. Encontramos espaços como o deste livro para tomar conta de nossa própria representação, sem nos submeter aos filtros e rótulos de terceiros. Os relatos corajosos dos meus queridos amigos Amara Moira, João W. Nery, Márcia Rocha e Tarso Brant não são, de modo algum, entretenimento (...). Com a sua vida, seus amores e desafios, os autores defendem a diversidade de ser humano, das identidades de gênero, do que podem homens e mulheres.” JAQUELINE GOMES DE JESUS (TRECHO DO PREFÁCIO DESTE LIVRO)Em VIDAS TRANS, quatro pessoas trans — Amara Moira, João W. Nery, Márcia Rocha e Tarso Brant — relatam aos leitores o momento no qual percebem que havia algo diferente, sobre o sentimento de inadequação perante os padrões exigidos, sobre os preconceitos e dores vividos dentro e fora da família, sobre o momento de transição e, enfim, da liberdade sentida por esta decisão. Em quatro relatos individuais, cada um conta sua história de vida, luta e militância — constante e diariamente —, em reafirmar o direito ao nome, ao corpo e à existência plena.

Dados

Título: Vidas Trans: A Luta De Transgeneros Brasileiros Em Busca De Seu Espaço Social

ISBN: 9786555662719

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15,7 x 23 x 0,8

Páginas: 176

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2022

Edição:

Autor

AMARA MOIRA

(Campinas, 1985) é escritora, professora, ativista e doutora em Teoria Literária pela Unicamp. Ao obter o doutorado, Amara se tornou a primeira mulher trans a assinar a tese usando o nome social. O nome, aliás, inspirado na Odisseia de Homero, faz referência às videntes que previam o destino de Ulisses. A estreia na literatura derivou de um blog no qual relatava suas experiências trabalhando como prostituta: uma obra que não apenas discute os limites do relato ficcional e da biografia, como também pensa a respeito do papel da literatura como fonte de transformação social.