Eleonora e a desejada das gentes

Autor: Edgar Allan Poe | Machado de Assis
Editora: JOCALIS

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.

R$ 52,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Neste segundo volume da Coleção Pingente, o selo Jocalis traz duas obras que dialogam: Eleonora, de Edgar Allan Poe e A desejada das gentes, de Machado de Assis. Além dos textos principais, a obra traz um texto do tradutor e mestre em literatura Renato Marques e textos de Elaine Christina Mota, mestra em literatura comparada.

Dados

Título: Eleonora E A Desejada Das Gentes

ISBN: 9786598769529

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 10 x 15 x 1

Páginas: 200

Coleção: Pingente - Vol. 2

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Edgar Allan Poe | Machado de Assis

Tradutor: Renato Marques

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.