O batismo do rei

Autor: Max Gallo
Editora: Bertrand Brasil

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Sinopse

Em sua nova trilogia, Max Gallo – autor do qual a Bertrand Brasil já publicou as séries Os Patriotas e Victor Hugo – apresenta uma fascinante saga histórica ambientada na Idade Média. Os Cristãos traz o surgimento da França cristã por meio de três personagens primordiais: Martinho, o primeiro evangelizador dos gauleses; Clóvis, o bárbaro convertido que unificou a Gália e tornou-se o primeiro rei cristão; e Bernardo de Clairvaux, o grande fundador da ordem cisterciense que preconizou a segunda cruzada. O Batismo do Rei é o segundo volume da série, que conta a história de um dos três pilares nos quais se fundamenta a França cristã: Clóvis. No século V, a Gália estava em chamas e coberta de sangue. Durante três décadas, Genoveva, a santa parisiense, e Remi, o bispo de Reims, tiveram de lançar mão de toda sua convicção e fé para apoiar o jovem e cruel rei dos francos em sua obsessão por conquistas. Clóvis, então, conseguiu unificar o enorme território da Gália e submetê-lo à lei de Deus. Contudo, o tormento não estaria no fim: vinganças e ambições voltariam a dilacerar o império após um trágico acidente.A trilogia Os Cristãos, de Max Gallo, teve início com O Manto do Soldado, trazendo a história de são Martinho, e será concluída de forma excepcional com seu último volume, A Cruzada do Monge.

Dados

Título: O batismo do rei

ISBN: 9788528612967

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 196

Ano copyright: 2007

Coleção: Os Cristaos - Vol. 2

Ano de edição: 2007

Edição:

Participantes

Autor: Max Gallo

Tradutor: Eloa Jacobina

Autor

MAX GALLO

Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.