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Autor: Bartolomeu Campos de Queiros
Editora: Global
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Em mais uma prova do seu talento com as palavras, Bartolomeu Campos de Queirós conta a história de “Formiga Amiga”. A trama é contada por meio do olhar de um chef de cozinha, que tem a formiga Dulce, que gosta de doces e muito açúcar, como amiga. Com uma escrita já característica do autor, a obra vai levando o leitor a querer descobrir quais doces a Dulce mais gosta e como ela vive no meio de tanto açúcar. O livro, que retrata a força que as palavras podem ter e a relação do homem com um animal, mesmo que esse seja uma formiga, conta com as ilustrações da Cláudia Scatamacchia. A obra é o primeiro volume da Série “Eu Sei de Cor”, escrito para crianças iniciantes na leitura.
Título: Formiga Amiga
ISBN: 9786556121949
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20,7 x 27,5 x 0,3
Páginas: 32
Ano copyright: 2021
Coleção: Eu Sei De Cor - Vol. 1
Ano de edição: 2022
Edição: 2ª
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Bartolomeu Campos de Queirós nasceu em 1941, no interior de Minas Gerais. Na década de 1960, mudou-se para Belo Horizonte. Com formação nas áreas de educação e arte, seguiu para a França, com uma bolsa da ONU, para estudar filosofia no Instituto Pedagógico de Paris. Foi na capital francesa que começou a escrever. No início dos anos 1970, estreou na literatura com O peixe e o pássaro, o primeiro livro de uma extensa obra que o firmou entre um dos principais autores de ficção infantil e juvenil brasileira. Foi idealizador do Movimento por um Brasil Literário, do qual participava ativamente. Recebeu condecorações importantes, como Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres (França), Medalha Rosa Branca (Cuba), Grande Medalha da Inconfidência Mineira e Medalha Santos Dumont. Ganhou ainda o Grande Prêmio da Crítica em Literatura Infantil/Juvenil pela APCA, o Jabuti, o Prêmio Academia Brasileira de Letras, entre muitos outros. Em 2000, entrou na Lista de Honra do IBBY. Em 2008, recebeu o Prêmio Ibero-Americano de Literatura Infantil, da Fundação SM, no México, pelo conjunto de sua obra. Amante das palavras, dizia ter fôlego de gato, o que lhe permitiu nascer e morrer várias vezes. “Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o suficiente para uma palavra me ressuscitar.” Bartolomeu faleceu em 2012.