Quincas borba

Autor: Machado de Assis
Editora: Ática

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Sinopse

No fim do século XIX, Rubião, ingênuo professor mineiro, herda uma fortuna do amigo Quincas Borba e muda-se para o Rio de Janeiro. Envolvido num jogo de paixão, ganância e loucura, Rubião se vê refém da maxima “ao vencedor, as batatas”, em que apenas os mais fortes triunfam. Neste romance, Machado de Assis revela as transformações de fim do Império brasileiro. Com personagens impactantes, mostra a formação de uma sociedade em que se evidenciam a sede pelo poder e a presença da desigualdade. Esta edição traz a apresentação de José Carlos Garbuglio e um apêndice ilustrado elaborado por Carlos Faraco.

Dados

Título: Quincas Borba

ISBN: 9788508131877

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14,3 x 21,8 x 1,7

Páginas: 272

Ano copyright: 2011

Coleção: Bom Livro

Ano de edição: 2011

Edição: 18ª

Participantes

Autor: Machado de Assis

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.