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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Global
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Neste livro estão facetas desconhecidas de um Brasil que Loyola vem descobrindo e revelando aos seus leitores nos últimos anos. Paisagens diferentes, comidas diversas, uma forma de falar e se expressar própria de cada cidade, que mostra a vastidão do nosso país. No ano passado, o autor percorreu 46 cidades, falando para professores e estudantes. Em uma dessas viagens, ganhou o mel de Ocara e considera este o maior cachê que recebeu na vida pela história vivenciada naquela ocasião. O que mostra o rico campo da múltipla cultura brasileira, suas realidades e diferenças. Nas crônicas, Loyola apresenta suas impressões sobre o que vê nas viagens, deliciando-se com as paisagens, as comidas e, essencialmente, com a relação humana que trava com todos que encontra em seu caminho. O mel de Ocara traz crônicas de uma nação e se desvenda o novo perfil dos escritores brasileiros: aqueles que colocam o pé na estrada para ajudar a formar leitores e mudar a cultura. É perceptível nos textos que, nessas ocasiões em que se encontra com seus leitores, o escritor não apenas transmite seu conhecimento às plateias como também delas se nutre, absorvendo sua riqueza e sabedoria.
Título: O Mel De Ocara: Ler, Viajar, Comer
ISBN: 9788526018907
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1,2
Páginas: 240
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.