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Autor: Baruch de Espinosa
Editora: Vozes de Bolso
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“Que o ser humano tenha a ideia de Deus é claramente verificável pelo fato de ele conhecer seus atributos, atributos que não podem ser produzidos por ele, já que é imperfeito. Mas que ele conhece esses atributos é evidente; na verdade, o ser humano sabe, por exemplo, que o infinito não pode ser formado de diversas partes finitas; que não existem dois infinitos, mas apenas um; que é perfeito e imutável. Sabe também que nada busca, por si mesmo, a própria destruição e que o infinito não pode se tornar algo melhor, pois é perfeito, e, se mudasse, não o seria; e, finalmente, que não pode ser subordinado a outra coisa, pois é onipotente etc.” (Extrato da obra).
Título: Breve tratado sobre deus, o ser humano e sua felicidade
ISBN: 9786557130100
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18 x 0,7
Páginas: 136
Ano copyright: 2021
Coleção: Vozes De Bolso
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Baruch de Espinosa, ou simplesmente Espinosa, nasceu em 1632, em Amsterdã, filho de judeus ibéricos que, fugindo da Inquisição, haviam se instalado na cidade. Aos 23 anos, foi excomungado e teve de abandonar a comunidade judaica em que crescera. A partir daí, vive em várias cidades holandesas, trava contatos com grandes expoentes da vida intelectual da época e produz uma das mais importantes obras de toda a história da filosofia. Em vida, Espinosa publicou dois textos: os Princípios da filosofia cartesiana e Pensamentos metafísicos, em 1663, e o Tratado teológico-político, aparecido anonimamente em 1670. No ano de sua morte, 1677, amigos publicaram em latim e holandês as suas Obras póstumas, que incluíam o Tratado da emenda do intelecto, o Compêndio de gramática da língua hebraica, o Tratado político, a maior parte de sua correspondência e, principalmente, a Ética demonstrada segundo a ordem geométrica, sua obra mais importante. Em meados do século XIX, descobriram-se cópias de um trabalho inédito, o Breve tratado de Deus, do homem e do seu bem-estar. *(Também assinou como Benedictus de Spinoza e Bento de Espinosa)*.