Moderno?: por que o cinema se tornou a mais singular das artes

Autor: Jacques Aumont
Editora: Papirus

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Sinopse

Após 25 anos, a modernidade – esse período da arte e da cultura ocidental iniciado em meados do século XIX – chega a seu fim aos olhos dos historiadores de arte.Nesse cenário, o cinema não só explorou suas ligações e filiações, como se declarou a arte moderna por excelência. Se efetivamente esse é o caso, como ele foi afetado pelo fim dos ideais modernos?A hipótese formulada aqui é a de que o cinema foi, em diversos níveis mas de modo constante, atravessado por questões e valores da modernidade – como a consciência histórica, a relatividade do gosto, o papel "especulativo" atribuído à arte etc. –, às quais respondeu de modo defasado, sem relação com as artes tradicionais.Paradoxalmente, é essa defasagem – sintoma de sua eterna condição de arte inventada, de arte do pobre, de arte industrial – que lhe permite hoje não apenas sobreviver (bem melhor do que a pintura, por exemplo), como ainda vislumbrar no horizonte a possibilidade de uma "segunda modernidade".

Dados

Título: Moderno?: por que o cinema se tornou a mais singular das artes

ISBN: 9788530808723

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 96

Ano copyright: 2007

Coleção: Campo Imagetico

Ano de edição: 2008

Edição:

Participantes

Autor: Jacques Aumont

Tradutor: Eloisa de Araujo Ribeiro