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Autor: Max Gallo
Editora: Objetiva
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No ano de 1940, as forças alemãs esmagam seis países em três meses — Dinamarca, Noruega, Bélgica, Luxemburgo, Países Baixos e França. Através do relato desses meses trágicos, a narrativa repercute as vozes de todos os atores da história. O general De Gaulle declara: “A chama da resistência francesa não deve se extinguir.” E depois é Churchill, irascível encarnação da tenacidade inglesa, que incita ao combate e à coragem.Com seu entusiasmo característico, o renomado historiador francês Max Gallo narra, em 1940 – Do abismos à esperança, de forma vibrante o primeiro ano da Segunda Guerra Mundial. Com uma linguagem literária que situa o leitor diretamente no drama do conflito, Gallo, um dos maiores intelectuais franceses, mostra os eventos que levaram à invasão da Polônia pela Alemanha e as consequências diretas desta ação.
Título: 1940: do abismos a esperança
ISBN: 9788539004799
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 328
Ano copyright: 2010
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
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Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.