O homem ao lado

Autor: Sergio Porto
Editora: Companhia das Letras

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 10 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 89,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Sérgio Porto atacava em todas: TV, rádio, teatro, shows, cinema. Mas sobretudo deixou algumas das mais hilariantes e afiadas crônicas da literatura brasileira. Seu olhar para captar o humor nas relações sociais, sua habilidade em desnudar — sempre com riso — as imposturas de nossos políticos e seu ouvido para captar as irresistíveis expressões inventadas no dia a dia do Rio de Janeiro dos anos 1950 e 1960 o entronizaram no panteão de nosso melhor humor literário. O homem ao lado reúne crônicas com as melhores características de um autor que foi campeão de audiência: desde pequenas ficções sobre personagens e situações do Brasil e escrachos sobre personagens da História até um lado mais nostálgico e lírico. O conjunto é impressionante ao mostrar as diferentes e criativas maneiras do carioca de construir seus textos.Midas do humor, Sérgio Porto injetava graça em tudo o que tocava. Suas crônicas eram comentadas quando saíam nos jornais e, suprema glória para um autor, faziam parte da conversa cotidiana de brasileiros de todas as classes sociais. Agora, com o início da reedição de sua obra pela Companhia das Letras, novas gerações de leitores poderão se deliciar com essa escrita irresistível.

Dados

Título: O Homem Ao Lado

ISBN: 9788535924534

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 248

Ano copyright: 2014

Ano de edição: 2014

Edição:

Participantes

Autor: Sergio Porto

Autor

SERGIO PORTO

Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto, nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. Foi crítico, cronista, radialista, apresentador de TV e compositor. Sua carreira jornalística teve início no final da década de 1940, quando atuou em publicações como a revista Sombra, e os jornais Diário Carioca, Tribuna de Imprensa e Última Hora. Em 1951 foi convidado a substituir no Diário Carioca, o cronista Jacinto de Thormes que deixara vaga a coluna social do jornal. Foi aí que nasceu o personagem que o consagrou, Stanislaw Ponte Preta, inspirado no personagem Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade. Grande admirador e pesquisador da música popular brasileira, possuía uma ampla discoteca, com cerca de 30 mil discos e, em 1956 participou por 16 semanas do programa "O céu é o limite", na TV Tupi, respondendo perguntas sobre a música popular brasileira, tendo faturado o maior prêmio pago até então. Em 1959, acumulando mil funções, teve seu primeiro enfarte. Alcançou a fama por seu senso de humor refinado e crítica mordaz aos costumes nos livros Tia Zulmira e Eu e FEBEAPÁ - Festival de Besteira que Assola o País, lançado em plena vigência da ditadura militar de 1964. Sua jornada diária nunca era inferior a 15 horas de trabalho. Escrevia para o rádio, TV, revistas e jornais, além de idealizar seus livros. O excesso de obrigações seria demais para o cardíaco Sérgio Porto, que morreu de infarto aos 45 anos de idade.