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Autor: Marc Bloch
Editora: Vozes
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Em todos os países, os reis foram considerados personagens sagrados; pelo menos em certos países, eles foram considerados como taumaturgos. Durante longos séculos, os reis da França e os reis da Inglaterra pretendiam curar, somente com o contato de suas mãos, os doentes. Em torno deles, acreditava-se normalmente em sua virtude medicinal. Esses fatos, ao menos em suas linhas gerais, são bem conhecidos dos eruditos e dos curiosos. Todavia, devemos admitir que frequentemente passaram em silêncio. Os historiadores escreveram enormes livros sobre as ideias monárquicas sem nunca os mencionar. As páginas que se lerão a seguir possuem como principal objetivo preencher essa lacuna.
Título: Os Reis Taumaturgos
ISBN: 9788532662767
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 2,5
Páginas: 512
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Marc Bloch (1886 -1944), historiador francês nascido em Lyon, foi durante muitos anos professor de História medieval na Universidade de Estrasburgo, antes de assumir a cadeira de História econômica na Sorbonne, em 1936. Atuou na Primeira Guerra Mundial, tendo sido condecorado com a Croix de Guerre, a Medalha Militar e da Legião de Honra. Em 1939, aos 53 anos de idade, se ofereceu para o serviço ativo na Segunda Guerra Mundial. Depois da queda da França em 1940, foi para o Sul, onde lecionou nas universidades de Clermont Ferrand e Montpellier. Quando o Sul também foi ocupado, juntou-se à Resistência. Capturado pela Gestapo, foi torturado e finalmente baleado e morto em 16 de junho de 1944. Ficou conhecido por seus estudos pioneiros sobre a história rural francesa e a sociedade feudal, e por sua obra póstuma The historian’s craft. Foi co-fundador da Escola dos Annales, a qual sua contribuição com os estudos da história social francesa rendeu uma reputação que se estendeu para além da Europa. Sua metodologia, assim como a de seus colegas, consistia em não se limitar ao estudo de documentos escritos, mas considerar materiais artísticos, arqueológicos e até mesmo a numismática. Defensor ainda da singularidade das ciências humanas, buscou a utilização permanente do método comparativo e fomentou entre os historiadores o trabalho multidisciplinar e colaborativo.