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Autor: Yasunari Kawabata
Editora: Penguin Books
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Little Clothbound Classics: irresistible, mini editions of short stories, novellas and essays from the world's greatest writers, designed by the award-winning Coralie Bickford-Smith.Tired of the bustling city, a man takes the train through the snow to Japan's mountains, to meet with a geisha he believes he loves. Beautiful and innocent, she is tightly bound by the rules of a rural geisha, and lives a life of servitude and seclusion. Snow Country, Yasunari Kawabata's masterpiece, is a delicate, subtle meditation on love and its limits.'A work of beauty and strangeness, one of the most distinguished and moving of Japanese novels' New York Herald Tribune
Título: Snow Country
ISBN: 9780241597361
Idioma: Inglês
Encadernação: Capa dura
Formato: 12 x 16,5
Páginas: 176
Ano copyright:
Coleção: Little Clothbound Classics
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
Região:
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País de produção:
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Autor: Yasunari Kawabata
Prêmio Nobel de 1968, Yasunari Kawabata é considerado um dos representantes máximos da literatura japonesa do século XX. Nascido em Osaka em 1899, interessou-se por livros ainda adolescente, principalmente por clássicos do Japão, que viriam a ser uma de suas grandes inspirações. Kawabata estudou literatura na Universidade Imperial de Tóquio e foi um dos fundadores da Bungei Jidai, revista literária influenciada pelo movimento modernista ocidental, em particular o surrealismo francês. Acompanhado de jovens escritores, defenderia mais tarde os ideais da corrente neossen-sorialista (shinkankakuha), que visava uma revolução nas letras japonesas e uma nova estética literária, deixando de lado o realismo em voga no Japão em prol de uma escrita lírica, impressionista, atravessada por imagens nada convencionais. Ao contrastar o ritmo harmônico da natureza e o turbilhão da avalanche sensorial, Kawabata forjou insólitas associações e metáforas táteis, visuais e auditivas que surpreendem por revelar os processos de fragilização do ser humano diante do cotidiano, numa composição surrealista de elementos da cultura e filosofia orientais, personagens acuados e cenários inóspitos. Sua obsessão pelo mundo feminino, pela sexualidade humana e pelo tema da morte (presente em sua vida desde cedo, sob a forma da perda sucessiva de todos seus familiares) renderam-lhe antológicas descrições de encontros sensuais, com toques de fantasia, rememoração, inefabilidade do desejo e tragédia pessoal. Desgastado por excesso de compromissos, doente e deprimido, Kawabata suicidou-se em 1972.