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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Globo
LIVRO INDISPONÍVEL
R$ 26,00
em até 3x sem juros
A internet, o e-mail e os sites de relacionamento aproximaram as pessoas e democratizaram o conhecimento, contudo extinguiram uma atividade que, em certas mãos, tornou-se ao longo da história uma verdadeira arte - escrever cartas. Certas cartas eram guardadas ao longo de toda a vida, e as que integram este livro falam sobre o amor e fazem parte de uma coletânea que se concentra nos últimos três séculos do milênio passado. O leitor poderá encontrar, além de autores brasileiros e portugueses, textos originalmente escritos em latim, francês, inglês. Cícero; Plínio, o Jovem; Beethoven; Victor Hugo; Chopin; Machado de Assis; Olavo Bilac; Fernando Pessoa, entre outros fazem parte desta obra.
Título: Para Sempre: Cinquenta Cartas De Amor De Todos Os Tempos
ISBN: 9788525046642
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21
Páginas: 165
Ano copyright: 2009
Coleção:
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Cicero | Tsui Inging | Henrique Viii | Voltaire | Ludwing Van Beethoven | D. Pedro I | Victor Hugo | Alfred de Musset | Frederic Chopin | Gonçalves Dias | Machado de Assis | Eça de Queiros | Rui Barbosa | Cruz e Sousa | Olavo Bilac | Franz Kafka | Khalil Gibran | Augusto dos Anjos | Fernando Pessoa | Katherine Mansfield | Antonio Gramsci | Vladimir Mayakovsky
Organizador: Emerson Tin
Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.