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Autor: Giovanni Alves
Editora: Praxis
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O filme “Eles não usam black-tie”, de Leon Hirzsman (1981), expõe a problemática da consciência de classe a partir da dialética entre contingencia e necessidade (das respostas) da classe do proletariado à condição existencial de proletariedade. Eis a questão: a consciência de classe necessária – que constitui a classe social do proletariado – emerge das respostas que as individualidades pessoais de classe são obrigadas a dar – no plano da contingencia da vida cotidiana – à condição existencial de proletariedade. No caso do filme de Leon Hirzsman as respostas dadas pelos homens e mulheres operárias à condição de proletariedade exposta no decorrer do filme assumiram um caráter coletivo, organizado no movimento sindical. Ora, como observou Georg Lukács, “o homem é um ser que dá respostas”. O que significa que, homens e mulheres proletárias imersas em sua condição de proletariedade são obrigados a dar resposta à alienação/estranhamento que permeiam suas vidas cotidianas. Na verdade, o que se coloca como questão essencial é a natureza das respostas humanas contingentes e necessárias capazes de constituírem, no plano do imaginário social, a identidade de classe do proletariado.
Título: Analise Do Filme Eles Nao Usam Black-Tie
ISBN: 9788579171321
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas:
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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Legenda:
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Autor: Giovanni Alves
Giovanni Alves é doutor em ciências sociais pela Unicamp, livre-docente em sociologia e professor da Unesp, campus de Marília. É pesquisador do CNPq com bolsa-produtividade em pesquisa e coordenador da Rede de Estudos do Trabalho (RET), do Projeto Tela Crítica e outros núcleos de pesquisa reunidos em seu site giovannialves.org. É autor de vários livros e artigos sobre o tema trabalho e sociabilidade, entre os quais O novo (e precário) mundo do trabalho: reestruturação produtiva e crise do sindicalismo (2000) e Trabalho e subjetividade: o espírito do toyotismo na era do capitalismo manipulatório (2011).