A farsa de ines pereira

Autor: Gil Vicente
Editora: Via Leitura

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Sinopse

Esta peça, apresentada primeiramente a Dom João III, rei de Portugal, é considerada a mais divertida, complexa e humanista de Gil Vicente. A personagem Inês Pereira, calculista e ambiciosa, sonha casar-se e livrar-se da vida doméstica, mas, a princípio, não se interessa por Pêro Marques, camponês provinciano, mas honesto, preferindo casar-se com Brás da Mata, escudeiro de má índole e dissimulado. A vida, o caráter e os costumes da jovem são uma crítica às mulheres burguesas, ambiciosas e insensatas da época. Apresentando aspectos histórico, social e linguístico, o teatro poético de Gil Vicente proporciona uma reflexão acerca das mentalidades medieval e pré-renascentista, trazendo à luz uma sociedade em transição. Empregando ironias, paródias, trocadilhos e insinuações apimentadas, o autor mostra sua versatilidade de linguagem neste clássico da literatura.A obra, fruto de um desafio que Gil Vicente aceitou para provar seu talento, mostra as atitudes da jovem Inês Pereira, que simbolizavam os valores de uma época. A comédia é dividida em quatro partes principais e oito cenas, sem mudar o cenário. Inês está sempre presente em todas as cenas. A intenção do autor foi comprovar o provérbio: “Mais quero um asno que me carregue, que um cavalo que me derrube.

Dados

Título: A Farsa De Ines Pereira

ISBN: 9788567097152

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 80

Coleção: Biblioteca Luso-Brasileira

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Autor: Gil Vicente

Autor

GIL VICENTE

Gil Vicente (c. 1465–c. 1536?) nasceu em Portugal e é considerado o maior representante da literatura renascentista desse país antes de Camões, tendo incorporado elementos populares na sua escrita, o que influenciou a cultura portuguesa. Poeta e dramaturgo português, inspirou diversas produções em Portugal e em outros países da Europa. No teatro desempenhou as funções de músico, ator e encenador. Suas obras marcam a passagem da Idade Média para o Renascimento. Em suas farsas e autos pastoris, ele recriou os diferentes aspectos da vida de Portugal do século XVI, tanto de Lisboa quanto do campo, com sua linguagem, folclore e costumes peculiares. Entre suas obras, destacam-se a trilogia: Auto da barca do inferno, Auto da barca do purgatório e Auto da barca do paraíso, além da mais conhecida A farsa de Inês Pereira. Gil Vicente morreu em lugar desconhecido, provavelmente em 1536, pois foi a partir dessa data que se deixou de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desse ano.