Resmungos

Autor: Ferreira Gullar
Editora: Imprensa Oficial - SP (IMESP)

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Sinopse

'Resmungos' apresenta crônicas escritas pelo poeta e escritor Ferreira Gullar, publicadas em 2005, no jornal Folha de S.Paulo, e ilustrações de Antonio Henrique Amaral. O livro foi organizado em 4 blocos, nos quais a reedição das crônicas ganhou nova leitura por estarem situadas em configurações pensadas pelo próprio autor e editor; Idéias, Evocações, Temas Sociais e Política. Fora da ordem cronológica original e enfeixadas nesses núcleos, com ritmos propostos pelas ilustrações, as quais também são originais, pois não se limitam à área restrita e regular que o jornal lhes destinava, elas invadem as páginas do livro e detalhes são aproximados ao foco do leitor. Foram inúmeros os estudos dos quais o ilustrador se serviu até chegar à solução definitiva, e são várias as técnicas utilizadas - aquarelas, xilografias, óleo, acrílica, colagens e intervenções computarizadas. O poeta Ferreira Gullar comenta na página de introdução que escolheu para esta edição, suas crônicas menos datadas, embora muitas delas retratem a visão do artista para o cenário político de 2005.

Dados

Título: Resmungos

ISBN: 9788570604224

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 21,5 x 27,5

Páginas: 206

Ano copyright: 2006

Ano de edição: 2006

Edição:

Participantes

Autor: Ferreira Gullar

Ilustrador: Antonio Henrique Amaral

Autor

FERREIRA GULLAR

Poeta, crítico de arte, tradutor, cronista, dramaturgo e ensaísta, Ferreira Gullar nasceu em 1930, em São Luis do Maranhão. Em 1951 mudou-se para o Rio, onde ficou conhecido pelo movimento neoconcreto, que criou ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica. Engajado, nos anos 60 foi presidente do CPC da UNE, filiou-se ao Partido Comunista e ajudou a fundar o grupo Opinião. Preso após o decreto do AI-5, em 1968, é exilado, período em que escreve sua obra mais famosa, Poema Sujo. Retorna ao Brasil em 1977 e, depois de uma nova passagem na prisão, volta a publicar regularmente — foram mais de 40 títulos, muitos deles premiados. Em 2010, quando completou 80 anos, Gullar, que já havia sido indicado ao Nobel, recebeu o Camões, o mais importante prêmio da língua portuguesa, e lançou o livro de poemas Em Parte Alguma. Faleceu aos 86 anos, em 04 de dezembro de 2016.