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Organizador: Heloisa Buarque de Hollanda
Editora: Companhia das Letras
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Reedição da mais importante antologia de poesia brasileira da década de 1970, que completa 45 anos. O ano é 1976. Em meio à censura e à repressão da ditadura, numa época batizada por Zuenir Ventura de “vazio cultural”, a professora e escritora Heloisa Buarque de Hollanda publicou uma antologia que causou furor. 26 poetas hoje trazia a atmosfera coloquial e irreverente que conflagraria a década de 1970, também chamada de geração mimeógrafo ou geração marginal. Eram poetas que estavam à margem do circuito das grandes editoras e que produziam seus livros de maneira artesanal, em casa, em pequenas tiragens vendidas em centros culturais, bares e nas portas dos cinemas. Ao reunir poetas que engrossavam o caldo da contracultura, o livro foi uma resposta direta aos anos de chumbo e se tornou um clássico da poesia brasileira, referência incontornável para escritores e leitores de poesia. Participam: Francisco Alvim, Zuca Saldanha, Antonio Carlos de Brito (Cacaso), Roberto Piva, Torquato Neto, José Carlos Capinan, Roberto Schwarz, Zulmira Ribeiro Tavares, Afonso Henriques Neto, Vera Pedrosa, Antonio Carlos Secchin, Flávio Aguiar, Ana Cristina Cesar, Geraldo Eduardo Carneiro, João Carlos Pádua, Luiz Olavo Fontes, Eudoro Augusto, Waly Sailormoon, Ricardo G. Ramos, Leomar Fróes, Isabel Câmara, Chacal, Charles, Bernardo Vilhena, Leila Miccolis e Adauto de Souza Santos.
Título: 26 Poetas Hoje
ISBN: 9786559210077
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12,5 x 18 x 1,6
Páginas: 264
Ano copyright: 1976
Coleção: Poesia De Bolso
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Organizador: Heloisa Buarque de Hollanda
Heloisa Buarque de Hollanda, nascida em Ribeirão Preto (SP), em 1939, projetou-se como figura-chave na crítica literária no Rio de Janeiro desde os anos 1970. Em 1975, organizou a antologia 26 poetas hoje, marco da Poesia Marginal — um grupo de poetas que se fez publicando artesanalmente os próprios livros e se apresentando em happenings e performances na noite carioca, à margem do mercado editorial e sob o peso da ditadura militar (1964-85). Entre os muitos méritos da antologia, que nas décadas seguintes permaneceria sendo reeditada e debatida, estava uma autora inédita de 23 anos que já demonstrava um impressionante domínio de sua poética: Ana Cristina Cesar. Heloisa não foi apenas sua editora de primeira hora, mas também uma amiga, uma interlocutora e, depois do suicídio de Ana C., em 1983, uma das maiores pesquisadoras e divulgadoras de sua obra. Além de editora da Aeroplano, casa de publicações mais conceituais de intelectuais e artistas, é autora de inúmeros livros de ensaios de crítica e história da cultura, entre os quais Ensaístas brasileiras (1993) e Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura (1994). Heloisa prepara o relançamento de Correspondência Incompleta (1999), de Ana C., acrescido de áudios da poeta — uma palestra sobre sua obra e uma entrevista para a rádio — e uma nova edição da antologia clássica 26 poetas hoje, além de um aplicativo com os cartões postais que recebeu da amiga.