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Autor: Voltaire
Editora: Edipro
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Em outubro de 1761, Marc-Antoine, filho de Jean Calas, foi encontrado morto. Sem sinais de violência, todos os indícios apontavam para o suicídio por enforcamento. Entretanto, Calas era um protestante em uma França oficialmente católica. A intolerância religiosa levou a um julgamento precipitado, à prisão e ao banimento de sua família e à tortura e morte de Jean Calas.Impondo-se contra essa barbárie e em defesa da justiça à memória e à viúva de Calas, Voltaire publicou em 1763 o Tratado sobre a tolerância. Em uma época ainda marcada pela guerra entre as religiões francesas, o filósofo ataca o fanatismo religioso e prega a aceitação e o respeito ao próximo.Registro de um dos processos jurídicos mais famosos da história e uma peça filosófica das mais brilhantes, Tratado sobre a tolerância é um texto que, infelizmente, continua necessário em nossos dias.
Título: Tratado sobre a tolerancia
ISBN: 9788552100089
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 128
Ano copyright: 2017
Coleção:
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
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François-Marie Arouet (1694-1778), que assumiu posteriormente o nome de Voltaire, nasceu e morreu em Paris. Um dos mais célebres escritores do século XVIII, escreveu tragédia, epopéia, história, crítica, romance e filosofia, tendo se tornado notável em todos esses gêneros, mas principalmente na filosofia. Descendente da pequena nobreza européia, desde cedo destacou-se como brilhante pensador, tendo freqüentado as melhores universidades do seu tempo. Com pouco mais de 20 anos, já havia sido preso e exilado por ordem do regente Felipe de Orleans a quem havia dedicado panfletos satíricos e críticos. No seu exílio inglês escreveu as célebres Cartas inglesas ou filosóficas. Por haver sempre atacado com energia a intolerância religiosa e defendido com calor todas as causas que lhe pareceram justas, levantou freqüentemente contra si a ira dos poderosos da época, as quais chegaram mesmo, por duas vezes, a levá-lo à Bastilha. Mas tanto pela justiça e oportunidade dos seus ataques, como pelo caráter fundamental das suas obras, exerceu em toda a França, durante mais de cinqüenta anos de incessante atividade, verdadeira soberania literária e social. As obras que compôs são inúmeras, alcançando algumas edições completas 95 volumes. Numa carreira que alternou sucesso e escândalo, escreveu, entre outros, Cartas filosóficas, Zadig, Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações e Dicionário filosófico. Morreu aos 84 anos, após uma visita triunfal a Paris, de onde estivera exilado por tanto tempo. Seu derradeiro bilhete diz que “morria admirando os amigos, sem odiar os inimigos e detestando a superstição”.