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Autor: Fabricio Carpinejar
Editora: Bertrand Brasil
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PRODUTO DISPONÍVEL04/11/2026
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O que acontece quando chega a nossa vez de cuidar de quem sempre cuidou da gente?Em No meu tempo, eu era melhor, o vencedor do Prêmio Jabuti, Carpinejar, reúne 176 textos sobre a geração-sanduíche — uma geração entre filhos, pais, memórias e novas tecnologias — em uma obra que transforma as contradições da meia-idade em identificação, humor e afeto.Uma geração inteira está espremida entre duas responsabilidades: cuidar dos filhos que ainda precisam dela e dos pais que começam a demandar cuidados. Em No meu tempo, eu era melhor, Carpinejar reflete sobre uma geração que cresceu brincando na rua, viu a televisão virar computador, o computador caber no bolso e agora precisa dar conta de uma vida em que estar desconectado parece quase impossível.Em 176 textos, Carpinejar discorre sobre as contradições da meia-idade: cuidar dos filhos enquanto os pais envelhecem, lidar com as próprias mudanças enquanto o mundo acelera, revisitar memórias enquanto o presente exige atenção o tempo todo.Entre memória, família, envelhecimento e passagem do tempo, Carpinejar transforma a experiência da chamada geração-sanduíche em reflexão, identificação e humor.
Título: No Meu Tempo, Eu Era Melhor
ISBN: 9786558384779
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 20,5 x 2
Páginas: 416
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Fabricio Carpinejar
Carpinejar é poeta, jornalista e mestre em Literatura Brasileira pela UFRGS, além de coordenador e professor do curso de Formação de Escritores e Agentes Literários da Unisinos. Filho do casal de poetas Maria Carpi e Carlos Nejar, nasceu na cidade gaúcha de Caxias do Sul em 1972. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Maestrale/San Marco (2001), Açorianos (2001 e 2002), Cecília Meireles (2002), Olavo Bilac (2003) e Prêmio Erico Verissimo (2006). Carpinejar foi traduzido ao alemão e assinou contratos na Itália e na França. Participou de antologias no México, Colômbia, Índia e Espanha, e vem sendo aclamado por escritores do porte de Carlos Heitor Cony, Millôr Fernandes, Ignácio de Loyola Brandão e Antonio Skármeta como um dos principais nomes da poesia brasileira contemporânea.