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Autor: Fernando Pessoa
Editora: Assirio & Alvim
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Esta obra magistral de Fernando Pessoa faz-nos percorrer a História de Portugal, recordando a glória do Quinto Império, Portugal de fortuna e conquista. Fala-nos sobre o “Imperador da Língua Portuguesa”, Padre António Vieira e de todas as personagens que marcaram a nossa História. Nesta obra o “eu lírico” acaba por resultar em toda a nação portuguesa ou, bem entendido, na alma dos portugueses, enfatizando-se a personagem mítica de D. Sebastião. Este soberbo poema de Pessoa reflecte sobre o passado português como forma de construção de um futuro mais promissor e esperançado para o país. Um texto simbólico, histórico, que integra os programas curriculares de Ensino Secundário. “Ó mar salgado, quanto do teu sal/ São lágrimas de Portugal!/ Por te cruzarmos, quantas mães choraram,/ Quantos filhos em vão rezaram!/ Quantas noivas ficaram por casar/ Para que fosses nosso, ó mar!//Valeu apena? Tudo vale a pena/ Se a alma não é pequena./ Quem quer passar além do Bojador/ Tem que passar além da dor./ Deus ao mar perigo e o abismo deu,/ Mas nele é que espelhou o céu.”
Título: Mensagem
ISBN: 9789723704365
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato: 14,5 x 21
Páginas: 118
Ano copyright: 1934
Coleção: Obras De Fernando Pessoa - Vol. 1
Ano de edição: 2014
Edição: 4ª
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Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.