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Um dos mais famosos romances brasileiros de todos os tempos, tem como protagonista o mais-que-famoso par central Bentinho e Capitu – além de conter o caso narrativo mais discutido de nossa literatura, a traição (ou não) de Capitu. E como outras obras de Machado da última fase, também apresenta um retrato penetrante de aspectos definidores de nossas elites. Fixação do texto e notas por Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (professor do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da USP, sócio correspondente da Academia Brasileira de Filologia). Prefácio de John Gledson (mestre em estudos hispânicos pela Universidade St. Andrews, doutor em literatura comparada pela Universidade de Princeton).
Título: Dom Casmurro
ISBN: 9788525044648
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 292
Ano copyright: 2008
Coleção:
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.