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A obra mais conhecida de Marguerite Duras, ganhadora do Prêmio Goncourt.Prêmio Goncourt em 1984, com mais de 2 milhões e meio de exemplares vendidos apenas na França, este romance autobiográfico acompanha a tumultuada história de amor entre uma jovem francesa e um rico comerciante chinês na Indochina pré-guerra.Com uma prosa intimista e certeira, Duras evoca a vida nas margens de Saigon nos últimos dias do império colonial da França e relembra não só sua experiência, mas também os relacionamentos que separaram sua família e que, prematuramente, gravaram em seu rosto as marcas implacáveis da maturidade.O amante é um livro que você pode ler em uma tarde, é a cena primordial em torno da qual giram todos os mitos e devaneios. – THE NEW YORKERO amante é como um lago sem fundo, ou talvez com um fundo em constante mudança: cada mergulho produz um entendimento alterado e enriquecido da topografia, e há a sensação de que você pode mergulhar para sempre e nunca absorvê-lo totalmente. – LAURA VAN DEN BERG, LIT HUB“Poderoso, autêntico, completamente bem-sucedido... perfeito.” – THE NEW YORK TIMES BOOK REVIEW“Seu talento artístico sugere que a arrebatadora é Marguerite Duras, e nós, os arrebatados.” - JACQUES LACAN
Título: O amante
ISBN: 9786555350661
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 22,5 x 0,8
Páginas: 128
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Marguerite Duras nasceu em 1914 no atual Vietnã - que à época ainda era uma colônia francesa, a Indochina - , só foi conhecer a França, país de origem de sua família, em 1932. Engajou-se na Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, foi membro do Partido Comunista até 1950 e participou ativamente do movimento de Maio de 1968. Além de ser escritora - seu romance mais célebre, O Amante, foi vencedor do prêmio Goncourt, a mais importante condecoração literária francesa -, Duras também trabalhou no teatro e no cinema. No filme Hiroshima meu amor, do cineasta francês Alain Resnais, o roteiro é de sua autoria. Ela ainda dirigiu cerca de quinze filmes, entre eles India Song. Seu primeiro sucesso teatral foi Une journée entière dans les arbres, peça encenada em 1965. Duras morreu em março de 1996, em Paris.