As cariocas

Autor: Sergio Porto
Editora: Companhia das Letras - POD

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Sinopse

'' Publicado em 1967, As cariocas reúne seis novelas que recriam a fervilhante e sedutora vida no Rio de Janeiro. “No Rio há duas espécies de espetáculos que arrastam multidões para as arquibancadas dos estádios: futebol e desfile de mulher bonita”, escreve Sérgio Porto. Nesta galeria protagonizada por seis mulheres, cada uma com seu poder de atração, o leitor conhecerá a Grã-Fina de Copacabana, a Noiva do Catete, a Donzela da Televisão, a Currada de Madureira, a Desquitada da Tijuca e a Desinibida do Grajaú. Com estilo livre, sofisticado e extremamente divertido, Sérgio Porto tece uma exuberante crônica de costumes que tem como cenário o cartão-postal carioca na década de 1960. A sedução, a alegria, a fragilidade e uma profunda melancolia ganham corpo nesses personagens que, nas palavras de Jorge Amado no prefácio à primeira edição, estão “em busca de uma esperança, de um porto seguro, de uma paz que parece impossível”.'''' ''

Dados

Título: As Cariocas

ISBN: 9788535933161

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1,1

Páginas: 240

Ano copyright: 2020

Ano de edição: 2020

Edição:

Participantes

Autor: Sergio Porto

Autor

SERGIO PORTO

Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto, nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. Foi crítico, cronista, radialista, apresentador de TV e compositor. Sua carreira jornalística teve início no final da década de 1940, quando atuou em publicações como a revista Sombra, e os jornais Diário Carioca, Tribuna de Imprensa e Última Hora. Em 1951 foi convidado a substituir no Diário Carioca, o cronista Jacinto de Thormes que deixara vaga a coluna social do jornal. Foi aí que nasceu o personagem que o consagrou, Stanislaw Ponte Preta, inspirado no personagem Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade. Grande admirador e pesquisador da música popular brasileira, possuía uma ampla discoteca, com cerca de 30 mil discos e, em 1956 participou por 16 semanas do programa "O céu é o limite", na TV Tupi, respondendo perguntas sobre a música popular brasileira, tendo faturado o maior prêmio pago até então. Em 1959, acumulando mil funções, teve seu primeiro enfarte. Alcançou a fama por seu senso de humor refinado e crítica mordaz aos costumes nos livros Tia Zulmira e Eu e FEBEAPÁ - Festival de Besteira que Assola o País, lançado em plena vigência da ditadura militar de 1964. Sua jornada diária nunca era inferior a 15 horas de trabalho. Escrevia para o rádio, TV, revistas e jornais, além de idealizar seus livros. O excesso de obrigações seria demais para o cardíaco Sérgio Porto, que morreu de infarto aos 45 anos de idade.