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As pessoas não querem ver, as autoridades não ligam, a mídia abafa o caso, e fica tudo por isso mesmo: o mindinho esquerdo trabalha duro, enquanto o direito nasceu virado para a lua!Pois é, a queixa é da roqueira Bibi Da Pievi e está registrada no BUSCANDO O SEU MINDINHO, de Mario Prata. Um almanaque no qual se descobre que aquele dedo discreto e miúdo transforma-se, em mãos alheias, num intrépido aventureiro, com muitas histórias para contar. Algumas de fazer corar o polegar, o indicador, o médio e o anular.De jogador de futebol a juiz do trabalho; de adolescente rebelde a marido traído, remexendo as lembranças, todos têm algo a dizer sobre o mindinho — ou a falta dele.Quem não se recorda de Clyde Barrow, personagem interpretado por Warren Beatty em Bonnie e Clyde, que decepara o mindinho para fugir do serviço militar?Se até em Hollywood o mindinho foi parar, imaginem se ele ficaria de fora da paixão nacional, o futebol! Prata tirou do fundo do baú casos curiosos, como o do goleiro Castilho, o eterno reserva da seleção Brasileira, de 46 a 64, que amputara parte do mindinho inferior para que pudesse se recuperar mais rápido de uma contusão.
Título: Buscando O Seu Mindinho
ISBN: 9788573024371
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23
Páginas: 220
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2002
Edição: 1ª
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Autor: Mario Prata
Mario Prata nasceu em Uberaba, MG, em 1946, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Escritor, dramaturgo, jornalista e cronista, em mais de 50 anos de escrita tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos publicados, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Colaborou como cronista no Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes, nos anos 70. Em 1993, passou a assinar uma coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo, onde foi cronista por 11 anos. Também assinou crônicas para diversas publicações nacionais, entre elas as revistas Isto é e Época e o jornal Folha de São Paulo. Recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão. Marcou gerações com novelas como Estúpido cupido e Sem lenço, sem documento. É autor, entre outros, dos livros Diário de um magro, Minhas mulheres e meus homens, Os anjos de Badaró (primeiro romance brasileiro escrito online, com a participação dos leitores), Minhas tudo e Os viúvos.