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Autor: Michel Serres
Editora: Bertrand Brasil
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A mais recente crise capitalista ocorreu devido à crescente discrepância entre as grandes transformações sociais e as instituições que permanecem inalteradas desde a Segunda Guerra Mundial. Michel Serres, um dos primeiros a trazer a natureza para o campo político, escreve: “Destruir, matar, explorar não valem mais. Coisas que significam, no fim das contas, destruir-nos.” Em uma época em que a população mundial cresceu de forma a esgotar os recursos naturais e o meio ambiente, é necessário repensar dinâmicas culturais, sociais e políticas. Serres argumenta que geopolítica e economia não serão mais encenadas por dois atores — Ocidente e Oriente, por exemplo —, mas por três: a Terra será o terceiro. Este é um livro de esperança, que clama por um novo mundo e ressalta a importância da ciência para o nosso futuro e instituições políticas. Em Tempo de crise, Serres exibe um panorama otimista numa linguagem clara e brilhante que propõe novos caminhos para reflexão e, no fim das contas, uma vida melhor para a Terra e seus habitantes.
Título: Tempo de crise
ISBN: 9788528621532
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 20,8
Páginas: 96
Ano copyright: 2009
Coleção:
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
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Imortal da Academia Francesa, Michel Serres tem contribuído para os estudos em epistemologia, filosofia da ciência, educação, meio ambiente e comunicação. Suas pesquisas em Leibniz e Simone Weil têm sido objeto de prestígio dos intelectuais. Formado pela École Normale Supérieure, foi colega de departamento, na década de 1960, de Michel Foucault nas universidades de Clermont-Ferrand e Vincennes; lecionou também na Université Paris VII e História da Ciência na Sorbonne; foi professor visitante na Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP; é professor emérito de Francês na Universidade de Stanford, EUA. Integra o comitê diretor da TV5 e escreveu vários documentários educativos que foram utilizados no Brasil pela TV Escola. Fez o discurso de recepção a René Girard na Academia Francesa em 2005.