A engenhosa leticia do pontal

Autor: Carlos Nejar
Editora: Objetiva

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Sinopse

Uma quixote de saias em busca do seu moinho. Que mistérios rondam Letícia do Pontal? É uma bela mulher? Ou é a imagem do feminino que se projeta no céu? Aquele céu que nos protege e nos condena a vagar atrás dos nossos desejos. A engenhosa Letícia do Pontal, do grande poeta e acadêmico Carlos Nejar é uma alegoria sobre o homem e o tempo, sobre a poesia do mundo que jorra suas sábias palavras através de Letícia – uma nuvem que nos espreita.Considerado pelo autor como sua obra máxima, o livro é fruto de um trabalho de 16 anos, que reúne e justifica sua criação. Através de uma linguagem muito própria – onde poesia e prosa se misturam o tempo todo - Nejar revela a nossa alma quixotesca. Os ideais que se desenham no horizonte, nesta tênue linha que nos separa da ilusão. Uma alegoria sobre o homem e o tempo, seu texto impõe-se como fábula de amor e guerra, das grandezas e fraquezas do coração. O reino do maravilhoso encontra seu fiel intérprete, onde o humor se mescla à sátira e à paródia, o lirismo à sabedoria das mais estranhas experiências.

Dados

Título: A Engenhosa Leticia Do Pontal

ISBN: 9788573025040

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 308

Ano de edição: 2003

Edição:

Participantes

Autor: Carlos Nejar

Autor

CARLOS NEJAR

Carlos Nejar nasceu em Porto Alegre, RS, em 11 de janeiro de 1939. É poeta, ficcionista, tradutor e crítico de literatura. Formou-se em 1962 em Direito pela Universidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. No ano seguinte foi aprovado em Concurso para o Ministério Público gaúcho. Como Promotor de Justiça viajou pelo interior do estado, onde testemunhou seu tempo e seu povo, temática muito presente em seus poemas. O Campeador e o Vento (1966), quarto livro do poeta, foi considerado uma nova épica na poesia contemporânea. Entre 1965 e 1973, foi professor de português e literatura em diversos estabelecimentos de ensino do Rio Grande do Sul. Em 1987 a Associação Nacional de Crítica Literária, do Rio de Janeiro, outorgou-lhe o Prêmio Monteiro Lobato pelo seu livro infantojuvenil Era um Vento Muito Branco. Em 1989 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Sua obra está traduzida em várias línguas. Aposentou-se como Procurador de Justiça e mesmo aposentado exerce advocacia no Espírito Santo, onde reside. Entre suas obras publicadas, estão: Tumin, o Passarinho, Melhores Poemas Carlos Nejar, com seleção e prefácio de Léo Gilson Ribeiro, Matusalém de Flores e A Negra Labareda da Alegria.