Classic railway stories

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Macmillan Collector'S Library

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Sinopse

In Victorian England the expansion of railways changed history. Landscapes and cities were transformed and, for the first time, people travelled for miles at unimaginable speeds. It’s no wonder that the golden age of steam travel inspired a rich array of short stories.Classic Railway Stories is part of the Macmillan Collector’s Library; a series of stunning, pocket-sized classics bound in real cloth with gold foiled edges and ribbon markers. These beautiful books make perfect gifts or a treat for any book lover.Train travel was disruptive, fast and sometimes perilous – all the ingredients too of a good short story. Strangers and acquaintances are thrown together and missing their stop is also a great plot device. Then there are the perils of travelling alone to somewhere new, possibly in the dark when who knows what crimes and mysteries might unfold.All these narrative tricks play out in this diverting collection. In Margaret Oliphant’s moving story, a young wife escapes her abusive husband when their train leaves without him. In ‘Holding Up a Train’ O. Henry gives an account of the pros and cons of being a train robber and Saki wittily describes a mother’s attempt to control her unruly children. With crime and mystery from the likes of Arthur Conan Doyle and Maurice le Blanc there’s so much here to entertain.

Dados

Título: Classic Railway Stories

ISBN: 9781035054954

Idioma: Inglês

Encadernação: Capa dura

Páginas: 352

Ano de edição: 2025

Edição:

Autor

ARTHUR CONAN DOYLE

O grande escritor Arthur Conan Doyle nasceu em Edimburgo, na Escócia, em 22 de maio de 1859. Formou-se em medicina pela Universidade de Edimburgo em 1885, quando montou um consultório e começou a escrever histórias de detetive. Um estudo em vermelho, publicado em 1887 pela revista Beeton’s Christmas Annual, introduziu ao público aqueles que se tornariam os mais conhecidos personagens de histórias de detetive da lite­ratura universal: Sherlock Holmes e doutor Watson. Com eles, Conan Doyle imortalizou o método de dedução utilizado nas investigações e o ambiente da Inglaterra vitoriana. Seguiram-se outros três romances com os personagens, além de inúmeras histórias, publicadas nas revistas Strand, Collier’s e Liberty e posterior­mente reunidas em cinco livros. Outros trabalhos de Conan Doyle foram freqüentemente obscurecidos por sua criação mais famosa, e, em dezembro de 1893, ele matou Holmes (junto com o vilão professor Moriarty), tendo a Áustria como cenário no conto O problema final (Memórias de Sherlock Holmes). Holmes ressuscitou no romance O cão dos Baskerville, publicado entre 1902 e 1903, e no conto A casa vazia (A ciclista solitária), de 1903, quando Conan Doyle sucumbiu à pressão do público e revelou que o detetive conseguira burlar a morte. Conan Doyle foi nomeado cavaleiro em 1902 pelo apoio à política britânica na guerra da África do Sul, recebendo o título de Sir. Morreu em 1930 na Inglaterra.