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Autor: Henry Rider Haggard
Editora: Via Leitura
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O auge do Império Britânico, com colônias inglesas espalhadas por todo o globo, refletiu-se na produção literária com o surgimento de intrigantes obras que narravam os feitos de aventureiros em lugares exóticos e inóspitos. Um dos grandes sucessos desse estilo literário é As minas do rei Salomão, de Henry Rider Haggard, publicado em 1885.Nesta divertida aventura, o caçador britânico Allan Quatermain, que se tornaria um dos personagens mais emblemáticos da literatura vitoriana, é contratado para encontrar o irmão perdido de um barão inglês que desaparecera no interior da África em busca das lendárias minas do rei Salomão.As minas do rei Salomão aqui apresentada em edição integral, colocou os holofotes sobre todo um subgênero da ficção: os romances de mundos perdidos. O livro influenciaria mais tarde outras grandes obras como A terra que o tempo esqueceu, de Edgar Rice Burroughs, O Mundo Perdido, de Arthur Conan Doyle, King Kong, de Edgar Wallace, e O homem que queria ser rei, de Rudyard Kipling.
Título: As minas do rei salomao
ISBN: 9788567097442
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 256
Ano copyright: 2017
Coleção: Classicos Da Literatura Universal
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
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Nascido no seio da elite dirigente vitoriana, o jovem Henry Rider Haggard aos 19 anos, foi nomeado para um cargo na administração imperial britânica. Secretário do governador da província de Natal, ascendeu depois a um importante posto. Finda a comissão, regressou a Londres para se dedicar à advocacia, função que depressa abandonou. Dedicou-se por inteiro à escrita, à atividade política e à direção das suas propriedades agrícolas. Imperialista e colonialista entusiasta, foi uma autoridade em questões coloniais, qualidade que lhe mereceu a elevação a Cavaleiro da Ordem do Império Britânico (1912). Não sendo um profissional das letras, Sir Haggard foi, contudo, um prolífico novelista que soube manter as graças de um vasto público recorrendo à sábia combinação de heroísmo, beleza, exotismo e ação. Conheceu o sucesso em 1885, ao publicar As minas de Salomão, obra que chegou aos leitores de língua portuguesa na belíssima versão de Eça de Queiroz, a única tradução feita pelo autor de Os Maias. A história da expedição científica ao país dos Cacuanas, povo de feições aquilinas envolto na névoa bíblica, a guerra civil entre os partidários do rei legítimo e o usurpador Tuala, instigado pela pérfida e antediluviana Gagula, marcou impressivamente o imaginário europeu sobre uma África imersa em enigmas, perigos e tesouros fabulosos.