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Autor: Lurdes de Campos Vieira | Alberto Marsicano
Editora: Madras
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Esta obra preenche uma lacuna existente até o momento, pois discorre a respeito da Linha do Oriente na Umbanda, cujos horizontes são muito mais amplos do que se possa imaginar. Esse Oriente não se refere ao espaço geográfico, mas ao Oriente de Luz, ou Círculo Luminoso do Grande Oriente, que se encontra no plano astral. A Linha do Oriente comporta, além dos chamados orientais, as correntes dos celtas, romanos, xamãs, maias, egípcios antigos, entre outras.A Linha do Oriente, ou dos Mestres do Oriente, é parte da herança da Umbanda, com elementos de um passado comum, berço de todas as magias e alicerce básico das religiões. Ela abrigou as diversas entidades que não se encaixavam nas matrizes indígena, portuguesa e africana, formadoras do povo brasileiro, mas que mantiveram grande afinidade com os conceitos religiosos de suas encarnações e foram preparadas para atuar como guias luminosos.Os falangeiros da Linha do Oriente têm como símbolo o Sol, que é também um dos símbolos de Oxalá, que surge no Leste ou Oriente, e são grandes mestres do Ocultismo. Suas cores são o amarelo dourado – do Sol resplandecente, cor da eternidade, que significa elevação espiritual, sabedoria, essência divina – e o rosa da alvorada.
Título: A Linha Do Oriente Na Umbanda
ISBN: 9788537004562
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 174
Ano copyright: 2009
Coleção:
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Autor: Lurdes de Campos Vieira | Alberto Marsicano
Graduado em filosofia pela Universidade de São Paulo, Alberto Marsicano publicou Idiomalabarismos e Sendas Solares (poesia), Rimbaud por Ele Mesmo e Jim Morrison por Ele Mesmo. Também traduziu para o português obras de Blake, Basho, Keats, Wordsworth e Shelley. Introdutor do sitar no Brasil e discípulo de Ravi Shankar e Krishna Chakravarty, da Universidade de Benares – BHU (Índia), gravou Benares, Benares – Music for Healing and Yoga, Impressionismos, Raga do Cerrado, Quintessência, Electric Sitar (também lançado na China e na Rússia), Isto não é Um Livro de Viagem, com o poeta Haroldo de Campos, e Sitar Hendrix. No Cinqüentenário da Independência da Índia, em 1997, foi homenageado pelo governo indiano por seu trabalho. Alberto Marsicano morreu em agosto de 2013, em São Paulo.