Home › Livros › Humanidades › História
Autor: Marilena Chaui
Editora: Autêntica
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.
R$ 42,90
em até 3x sem juros
Nesta obra, Marilena Chaui analisa as representações que estruturam a ideia de Brasil desde a colonização até o presente, defendendo que a sociedade brasileira se organiza a partir de um mito fundador que naturaliza a desigualdade, a violência social e o autoritarismo. Essa narrativa apresenta o país como um "dom de Deus e da natureza", pacífico, harmonioso, mestiço e sem conflitos profundos, ocultando as relações históricas de dominação, discriminação e exploração.Ao analisar símbolos nacionais, discursos sobre identidade e celebrações cívicas, Chaui mostra como esse mito se atualiza ao longo do tempo, funcionando como um mecanismo ideológico que bloqueia a percepção das divisões sociais e legitima a concentração de poder do Estado. Assim, este livro propõe uma leitura crítica da formação nacional, revelando como a exaltação da unidade e da cordialidade convive com a exclusão, com o racismo estrutural e com a fragilidade da democracia.
Título: Brasil: Mito Fundador E Sociedade Autoritária
ISBN: 9786559286416
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20 x 0,8
Páginas: 128
Ano copyright: 2026
Coleção: Textos Singulares
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Marilena Chaui
Marilena Chaui é professora de história da filosofia e de filosofia política na Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1967, ano em que defendeu sua tese de mestrado sobre Merleau-Ponty e iniciou, na França, seus estudos sobre a filosofia de Espinosa. Além das atividades acadêmicas, tem participado ativamente da vida política do país, tendo sido secretária da cultura do município de São Paulo na gestão da prefeita Luiza Erundina de Sousa. Obras publicadas: O que é ideologia, Da realidade sem mistérios ao mistério do mundo — Espinosa, Voltaire, Merleau-Ponty, Seminários — o nacional e o popular na cultura brasileira, Cultura e democracia — o discurso competente e outras falas.