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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Scipione
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Reunião de cinco contos de autores consagrados da literatura brasileira do período romântico. A bolsa de seda é uma divertida história (dentro de outra história) de um amor misterioso. Gennaro é uma história de amor e morte, com elementos fantásticos. A dança dos ossos é uma história de fantasma, inspirada na cultura popular. Um casamento no arrabalde, obra-prima de Franklin Távora, conta os preparativos apressados de um casamento não desejado pelo pai do noivo. Folha rota é uma história de amor impossível e renúncia.
Título: Histórias Do Romantismo
ISBN: 9788526276741
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 17 x 24 x 0,9
Páginas: 144
Ano copyright: 2010
Coleção: O Prazer Da Prosa
Ano de edição: 2010
Edição: 2ª
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Autor: Alvares de Azevedo | Bernardo Guimaraes | Franklin Tavora | Joaquim Manuel de Macedo | Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.