A aia em cordel

Autor: Eça de Queiroz
Editora: CEPE

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Sinopse

A morte de um rei em batalha deixa a rainha e o reino em luto. Seu filho, herdeiro do trono, ainda é um bebê, e logo se torna um alvo para o tio, que busca injustamente assumir o trono. A rainha, em desespero, teme pela segurança da criança. Nessa trama com ares medievais, uma aia, responsável por cuidar tanto do futuro rei como do seu humilde filho, assume um papel fundamental. A narrativa de Eça de Queiroz, mestre do realismo português, esconde, sob um pano de fundo trágico, reflexões e crítica social. Habilmente adaptada para verso por Laerte Silvino, que também a ilustrou, a história mantém o seu ar comovente, encaixando-se com beleza e poética no universo de influências — literárias e gráficas — do cordel.

Dados

Título: A Aia Em Cordel

ISBN: 9786554392488

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 20 x 24 x 0,5

Páginas: 52

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Eça de Queiroz

Adaptação: Laerte Silvino

Autor

EÇA DE QUEIROZ

Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escrito­res realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.