As minas do rei salomao

Autor: Henry Rider Haggard
Editora: Todavia

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Sinopse

Em posse de um antigo mapa indicando o caminho para as míticas minas do rei Salomão, o aventureiro inglês Allan Quatermain lidera uma expedição em busca do irmão de Sir Henry Curtis, que desapareceu procurando as minas, no coração da África. Em seu caminho, encontram feras selvagens, um deserto escaldante, uma civilização oculta liderada por um tirano usurpador e uma feiticeira ancestral, que guarda o segredo das ruínas de uma mina de diamantes.

Dados

Título: As minas do rei salomao

ISBN: 9786556921587

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,7 x 20,8 x 1,7

Páginas: 320

Ano copyright: 2021

Ano de edição: 2021

Edição:

Participantes

Autor: Henry Rider Haggard

Tradutor: Samir Machado de Machado

Autor

HENRY RIDER HAGGARD

Nascido no seio da elite dirigente vitoriana, o jovem Henry Rider Haggard aos 19 anos, foi nomeado para um cargo na administração imperial britânica. Secretário do governador da província de Natal, ascendeu depois a um importante posto. Finda a comissão, regressou a Londres para se dedicar à advocacia, função que depressa abandonou. Dedicou-se por inteiro à escrita, à atividade política e à direção das suas propriedades agrícolas. Imperialista e colonialista entusiasta, foi uma autoridade em questões coloniais, qualidade que lhe mereceu a elevação a Cavaleiro da Ordem do Império Britânico (1912). Não sendo um profissional das letras, Sir Haggard foi, contudo, um prolífico novelista que soube manter as graças de um vasto público recorrendo à sábia combinação de heroísmo, beleza, exotismo e ação. Conheceu o sucesso em 1885, ao publicar As minas de Salomão, obra que chegou aos leitores de língua portuguesa na belíssima versão de Eça de Queiroz, a única tradução feita pelo autor de Os Maias. A história da expedição científica ao país dos Cacuanas, povo de feições aquilinas envolto na névoa bíblica, a guerra civil entre os partidários do rei legítimo e o usurpador Tuala, instigado pela pérfida e antediluviana Gagula, marcou impressivamente o imaginário europeu sobre uma África imersa em enigmas, perigos e tesouros fabulosos.