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Reunião dos últimos escritos de Clastres, interrompidos por sua morte prematura em 1977, num acidente de carro. Estes ensaios de antropologia política, escritos com extrema liberdade, reformulam a ideia de dominação nas sociedades ditas primitivase fundamentam-se na teoria da "servidão voluntária" de La Boétie para realizar uma crítica incisiva da violência na sociedade ocidental. O autor define etnocídio, critica a antropologia marxista, antecipa a denúncia do massacre dos Yanomami na Amazônia e retoma a discussão sobre a origem do poder nas sociedades indígenas da América do Sul. Assim, sua etnologia eleva-se à esfera da filosofia política: o autor surpreende e encanta, evocando Conrad e Montesquieu, relatos de viagem, a mitologia americana, Freud, Hobbes e Rousseau, em doze ensaios de prosa refinada, erudita e coloquial. Seu pensamento avança para muito além do heroísmo, da utopia e da ingenuidade, carregando os signos de um momento muito peculiar da cultura cívica libertária (antistalinista e pós-marxista). Do mesmo autor, nesta editora, veja A Sociedade contra o Estado.
Título: Arqueologia da violencia: pesquisas de antropologia politica
ISBN: 9788540501072
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 16 x 23
Páginas: 370
Ano copyright: 1990
Coleção:
Ano de edição: 2011
Edição: 2ª
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