Cartas escritas durante uma curta residência na suécia, na noruega e na dinamarca

Autor: Mary Wollstonecraft
Editora: INGLESA

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Sinopse

Em 1795, a pioneira do feminismo Mary Wollstonecraft embarcou em uma jornada impensável para a época: viajar pelas paisagens inóspitas da Escandinávia. O que começou como uma missão de negócios, transformou-se em uma de suas obras mais belas, íntimas e melancólicas.Em Cartas escritas durante uma curta residência na Suécia, na Noruega e na Dinamarca, Mary entrelaça relatos vívidos sobre a natureza sublime e a sociedade nórdica do século XVIII com reflexões profundas sobre a solidão, a maternidade e a opressão imposta às mulheres. Um misto fascinante de diário de viagem e ensaio filosófico que revela a resiliência de uma das mentes mais brilhantes de seu tempo

Dados

Título: Cartas escritas durante uma curta residência na suécia, na noruega e na dinamarca

ISBN: 9786598480639

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 16 x 23 x 1

Páginas: 212

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Mary Wollstonecraft

Tradutor: Paula Carvalho

Autor

MARY WOLLSTONECRAFT

Mary Wollstonecraft (1759-1797) foi testemunha e protagonista da cena iluminista, para a qual contribuiu com a inclusão da temática da igualdade de gênero, debatendo publicamente com escritores como Jean-Jacques Rousseau sobre o direito da mulher à educação. Precursora do feminismo e também uma aguerrida militante antiescravagista, foi uma mulher à frente de seu tempo em vários aspectos: era solteira quando teve sua primeira filha; defendeu o amor livre e a não obrigatoriedade do casamento; foi uma escritora reconhecida já em vida, autora de uma série de romances, tratados, narrativas de viagens e, inclusive, uma história da Revolução Francesa; conviveu com intelectuais como o editor Joseph Johnson e os escritores William Blake e William Godwin, com o qual veio a se casar e que se tornou pai de sua segunda filha, Mary Shelley (autora de Frankenstein). Sua obra mais importante é Reivindicação dos direitos da mulher (1792), considerada uma das peças inaugurais da literatura feminista.