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Autor: Machado de Assis
Editora: Ática
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A última vontade do conselheiro Vale era que a família acolhesse sua filha ilegítima. Recebida como uma intrusa, Helena aos poucos conquista o coração de D. Úrsula e Estácio. A felicidade parece rodear a família, mas o olhar melancólico da heroína denuncia um sofrimento secreto. Helena esconde uma paixão desiludida e faz passeios misteriosos a um casebre. O que essas visitas matinais escondem? Quem é o amado de Helena e por que ela não luta por ele? É o que o leitor descobrirá nas páginas deste admirável romance da primeira fase machadiana. Esta edição traz a apresentação de Ana Maria de Almeida e um apêndice ilustrado elaborado por Carlos Faraco.
Título: Helena
ISBN: 9788508154197
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14,3 x 21,8 x 1,2
Páginas: 192
Ano copyright: 2012
Coleção: Bom Livro
Ano de edição: 2012
Edição: 27ª
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.