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Autor: Roger Mello
Editora: Global
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Griso era o último dos unicórnios. Galopava por toda a planície, à procura de um semelhante, mas por onde passava, não obtinha sucesso. Conheceu um búfalo, uma baleia-de-chifre, um cavaleiro, mas nenhum outro unicórnio além de si mesmo. Em Griso, o único (Global Editora, 34 páginas, R$ 49,90), o premiado autor Roger Mello narra a aventura deste ser mítico por meio de textos curtos, e a retrata com ilustrações baseadas na arte universal, como pinturas rupestres e indianas, arte surrealista e adornos egípcios, evocando diversos estilos pitorescos da história da arte. Juntamente com este lançamento, a Global traz a edição em espanhol, Griso, el único.Devido às diferentes influências artísticas que inspiraram Roger na feitura das ilustrações, Griso muda de cor, tamanho e forma o tempo todo, transformando este último unicórnio em vários: ora sua crina se assemelha a um algodão, ora parece madeira cortada. Ora é branco, ora é negro. “Em todos os encontros com as crianças, nunca me perguntaram por que ele mudava o tempo todo, e sim por que estava tão só? Por que era tão difícil que alguém lhe desse atenção? Enfim, as questões mais envolventes”, afirma o autor.
Título: Griso, O Unico
ISBN: 9788526021273
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 18,7 x 29
Páginas: 32
Ano copyright: 2009
Coleção:
Ano de edição: 2015
Edição: 2ª
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Roger Mello nasceu em Brasilia, em 1965, e atualmente mora no Rio de Janeiro. No início de sua carreira trabalhou ao lado de Ziraldo, na Zappin. O autor vem se destacando como ilustrador e autor de livros infantis, aclamado pela crítica e pelo público. Suas cores fortes e quentes preenchem traços carregados de dramaticidade e espírito lúdico. Recebeu o prêmio suíço Espace-enfants em 2002 e no mesmo ano foi vencedor do prêmio Jabuti nas categorias literatura infanto-juvenil e ilustração com “Meninos do mangue”. Com vários trabalhos premiados, tornou-se hors-concours dos prêmios da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Por sua obra como ilustrador, foi indicado para a edição de 2010 do Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura infanto-juvenil, sendo o único ilustrador brasileiro a ganhar o prêmio.