A floresta de cristal: ensaios de antropologia

Autor: Eduardo Viveiros de Castro
Editora: N-1 Ediçoes

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Sinopse

A floresta de cristal é a primeira de duas coletâneas de ensaios e outros textos escritos entre A inconstância da alma selvagem (2002) e o dia em que entro estas linhas no computador. A maioria dos textos já foi publicada em periódicos de circulação relativamente restrita, alguns apenas em outras línguas. A maioria, igualmente, foi modificada, para melhorar deficiências de estilo, corrigir ou disfarçar asneiras que me pareceram óbvias, e acrescentar referências novas ou originalmente omitidas (...) os capítulos estão divididos em blocos temáticos, e, dentro de cada bloco, ordenados conforme o ano de redação de suas versões originais. A floresta de cristal traz um conjunto de artigos que tratam de problemas de teoria antropológica geral, e outro de questões mais diretamente relacionadas com a etnologia dos povos indígenas sul-americanos. (Há capítulos que poderiam estar em qualquer um dos dois conjuntos.)

Dados

Título: A Floresta De Cristal: Ensaios De Antropologia

ISBN: 9786561190336

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 15 x 23 x 3

Páginas: 360

Ano copyright: 2024

Coleção: Reviravoltas

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Eduardo Viveiros de Castro

Autor

EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO

Eduardo Viveiros de Castro (Rio, 1951) é autor da coletânea de ensaios A inconstância da alma selvagem (2002), um marco da antropologia brasileira, que delineia as bases do perspectivismo ameríndio. A teoria, apresentada em artigo de sua autoria em 1996, teve grande repercussão não apenas nas ciências sociais, mas nas humanidades de modo geral e também na literatura. Entre 1975 e 1988, realizou pesquisas de campo entre os Yawalapíti do Parque do Xingu (MT) e os Araweté do igarapé Ipixuna, no Médio Xingu (PA). Professor no Museu Nacional da UFRJ, mantém vínculos acadêmicos na França (CNRS) e no Reino Unido (King’sCollege e Universidade de Cambridge).É um críticocombativo, em entrevistas e nas redes sociais, do modelo de desenvolvimento econômico implantado no Brasil, sobretudo na Amazônia.