Os suaves anos do castigo

Autor: Fleur Jaeggy
Editora: Ayine

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Sinopse

Escreve Cristina Campo que a palavra é uma coisa terrível, um fio desencapado. A palavra de Fleur Jaeggy, neste livro que é a sua obra-prima, assemelha-se a uma estalactite: maravilho sa, transparente, gélida e repleta de reflexos. Estamos na Suíça dos anos 1950, no Appenzell, em uma atmosfera idílica e asfixiante. No colégio feminino frequentado pela protagonista, chega uma «novata»: severa, perfeita, de uma elegância régia, nela parecem ter baixado os poetas e as experiências dos adultos. Seu nome é Frédérique. A protagonista fica irremediavelmente atraída, assim como se é por aquelas figuras que parecem esconder algo de terrível dentro de si, para além da casca de esplendor. E o terrível, lentamente, aflora, até envolver nas suas espirais a protagonista. Nesse desfile de anotações cirúrgicas de perfeição milimétrica, inaugura-se o período da adolescência que todos nós atravessamos, aquele sombrio colégio no qual um dia nos tornamos adultos, enterrando a infância. A excepcionalidade da escrita de Fleur Jaeggy atinge aqui sua máxima clareza, a arte de quem é capaz de sentir coisas inquietantes e de descrevê-las sem hesitação.

Dados

Título: Os Suaves Anos Do Castigo

ISBN: 9786559981298

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 20 x 2

Páginas: 120

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Fleur Jaeggy

Tradutor: Prisca Agustoni

Autor

PRISCA AGUSTONI

(Suiça, 1975) vive entre seu país de origem e o Brasil desde 2002. Atua como docente de Literatura Italiana da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Assim como a autora, sua obra, seja a prosa ou a poesia, transita entre diversos idiomas, pois além de autora Prisca dedica-se à tarefa de autotraduzir-se. Não surpreende que, ao longo de uma dezena de livros, ela tenha bebido de fontes das mais diversas origens, proposto diálogos em várias línguas, para então desenvolver uma literatura que perpassa fronteiras em busca daquilo que pode haver de universal à humanidade.