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Autor: Danilo Kis
Editora: Ayine
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«Entre todos os escritores de sua geração, franceses e estrangeiros, que nos anos oitenta viviam em Paris, era talvez o maior. Certamente o mais invisível», Milan Kundera escreve sobre Danilo Kiš, em seguida especificando: «A deusa chamada Atualidade não tinha motivos para apontar os refletores para ele… que nunca sacrificou seus romances em nome da política. Desse modo, ele pôde compreender o que havia de mais comovente: os destinos esquecidos desde o nascimento». Palavras que destacam a refratariedade de Kiš a qualquer pertencimento, mesmo em momentos e lugares em que certos rótulos lisonjeiros teriam, de modo automático, garantido grandes simpatias. («Eu não sou um dissedente», ele escreveu). Porquanto a única pátria de Kiš seja a literatura, sua militância exclusiva é a de um «escritor bastardo do mundo já desaparecido da Europa central». Enquanto coleção de ensaios e entrevistas nas quais Kiš, concentrando sua genialidade a uma gama ampla de temas, insere-se ora na grande literatura europeia e americana - entregando-nos páginas magistrais sobre Borges, Flaubert, Nabokov, Sade -, ora na história do século XX, Homo poeticus oferece um testemunho eloquente dessa liberdade irredutível. Ele reivindica, de modo constante, a riqueza polimórfica e a unidade substancial da tradição europeia, da qual o espírito balcânico é uma parte irreprimível, e contra a redução do homem a um zôon politikón, as razões do homo poeticus, testemunha inexorável de destinos condenados ao esquecimento, de tragédias silenciosas, de tumbas sem nome e, por fim, do delírio de um século.
Título: Homo Poeticus
ISBN: 9786586683875
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 20,5 x 2
Páginas: 308
Ano copyright: 2021
Coleção:
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Aleksandar Jovanovic é doutor em Semiótica e Linguística, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e ensaísta e tradutor de algumas línguas da Europa Centro-Oriental. Dentre outros livros, traduziu, do tcheco, Histórias apócrifas (1994), de Karel Capek, e Nem santos nem anjos, de Ivan Klíma; do húngaro, História da literatura universal do século XX (1990), de Miklós Szabolcsi, e A exposição das rosas (1993), de István Örkény; do sérvio, Paisagem pintada com chá (1990), de Milorad Pávitch, e Café Titanic (2008), de Ivo Ándritch.