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Sete pequenas histórias do importante autor norte-americano sobre a decadência e a corrupção; em cada uma delas, emerge a afiada percepção de Gore Vidal, que retrata ora a realidade decadente e materialista dos homens na França, ora os vícios da sociedade do sul dos Estados Unidos. Um grande nome da literatura internacional amplamente divulgado no Brasil.
Título: Sede do mal: contos de decadencia e corrupção
ISBN: 9788503009119
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11,5 x 18,5
Páginas: 154
Ano copyright: 1956
Coleção: Sabor Literario
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
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Marcos Santarrita nasceu em Aracaju, SE, no dia 16 de abril de 1941. Estudou em Salvador. Ainda no curso secundário, iniciou a carreira literária com contos, artigos e traduções publicados no Jornal da Bahia, Diário de Notícias e A Tarde. Foi cofundador da Revista da Bahia, que apresentou ao público a geração literária baiana de meados da década de 1960. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como redator do Jornal do Brasil, Última Hora, O Globo e Fatos e Fotos e também como colaborador em O Jornal, Folha de S. Paulo e IstoÉ. Estreou em livro próprio com A Solidão dos Homens (1969), e, desde então, publicou os romances Danação dos Justos (1977), A Solidão do Cavaleiro no Horizonte (1979), A Juventude Passa (1984), Lady Luana Savage (1987) – estes três últimos sobre a luta armada no Brasil – e A Ilha nos Trópicos (1990). O livro de contos, Bahia Minha, foi lançado em 1996, e a novela juvenil, Divina Flor, em 1998. Traduziu cerca de cem obras estrangeiras, entre os quais Stendhal, Joseph Conrad, Pirandello, Henry James, Charlotte Brontë, Alexandre Dumas, H.G. Wells, John dos Passos, Thomas Pynchon, Carson McCullers, Philip Roth, John Updike, Martin Ames, Dashiel Hammet, Charles Bukowksi, Eric Hobsbawn, Harold Bloom e Camile Paglia. Publicou ainda: Dom Ratão e Dona Ratita e Divina Flor. Faleceu em outubro de 2011.