The obscene madame d

Autor: Hilda Hilst
Editora: Pushkin Press

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.

R$ 123,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

The Obscene Madame D is the electrifying masterpiece by one of modern Brazilian literature’s most significant and controversial writers.At sixty years old, Hillé decides to abandon conventional life and devote the rest of her days to contemplation in a recess under the stairs. There, she is haunted by her perplexed, recently deceased lover, Ehud, who cannot understand her rejection of common sense, sex and a simple life in favour of vain metaphysical speculations.In a stream-of-consciousness monologue, Hillé speaks of her search for spiritual fulfilment from a space of dereliction. In thrilling prose that is part Joyce, part Lispector and part de Sade, Hilda Hilst takes us into the disorder and beauty of a mind restlessly testing its own limits."Like a fever dream wrapped in philosophical inquiry… Hilst’s prose marries the lyrical with the visceral… A book that refuses to be forgotten" Scene Mag"Slim and profane… This book felt like sinking into a fever dream, and achieved the rare feat of both making me laugh out loud and sending me into a philosophical spiral" The Conversationalist

Dados

Título: The Obscene Madame D

ISBN: 9781805331360

Idioma: Inglês

Encadernação: Brochura

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Hilda Hilst

Autor

HILDA HILST

Hilda Hilst nasceu em 1930, em Jaú. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo. Hilda Hilst publicou seu primeiro livro de poesia, Presságio, em 1950 e, a partir de 1954, passou a se dedicar integralmente à produção literária. Entre 1955 e 1962, publicou diversas obras de poesia, entre elas Balada do festival e Ode fragmentária. Ainda nesta época, seus versos serviram de inspiração para Adoniran Barbosa, que compôs as músicas Quando te achei e Quando tu passas por mim, baseado nos poemas do livro Trovas de muito amor para um amado senhor. Entre 1965 e 1966 transferiu-se para Campinas, onde passou a morar na "Casa do Sol", construção próxima à fazenda de sua mãe e que foi freqüentada por artistas de diversas áreas. Em 1968 escreveu peças teatrais, como O visitante e O novo sistema. Em 1992, passou a colaborar como cronista no "Caderno C", do jornal Correio Popular, de Campinas, onde permaneceu até 1995. Dentre as diversas obras da autora, destacam-se A obscena senhora D, Bufólicas, Fluxo-floema, seu primeiro livro de ficção, e a trilogia obscena composta pelos títulos O caderno rosa de Lori Lamby, Contos d'escárnio/Textos grotescos e Cartas de um sedutor. Além do Prêmio Moinho Santista pelo conjunto da obra poética, recebido em 2002, Hilda Hilst foi agraciada com o Prêmio Anchieta de Teatro pela peça O verdugo, em 1969; com o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) na categoria "Melhor livro do ano" em 1977, por Ficções; com o Grande Prêmio da Crítica pelo conjunto da obra, também da APCA, em 1981; e ainda com o Prêmio Jabuti por Rútilo nada, em 1994, entre outros. Hilda Hilst faleceu em 4 de fevereiro de 2004, em Campinas.