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Edição bilíngue alemão/português. Tradução de Daniel Martineschen. com apresentação de Marcio Seligmann-Silva e posfácio de Susana Scramim. “Gente alemã”, de Walter Benjamin, é a primeira tradução em língua portuguesa do livro “Deutsche Menschen”, publicado pelo filósofo alemão sob pseudônimo na Suíça em 1936. Com seleção e comentários de Benjamin, a publicação reúne 27 cartas humanistas de alguns dos maiores expoentes da ciência e da cultura alemãs – tendo entre remetentes e destinatários nomes como Annete von Droste-Hülshoff, J. W. Goethe, Hölderlin, Kant, Nietzsche, Pestalozzi e os irmãos Grimm, entre outros autores.
Título: Gente Alema / Deutsche Menschen
ISBN: 9786599066740
Idioma: Português, Alemão
Encadernação: Brochura
Formato: 16,2 x 23 x 1,7
Páginas: 264
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
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Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).