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Autor: Walter Benjamin
Editora: Gallimard
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Y a-t-il une unité de Ia pensée de Walter Benjamin? Il écrivit un jour - 'Ma pensée se rapporte à Ia théologie comme le buvard à I'encre - elle en est totalement imbibée. Mais s'il ne tenait qu'au buvard, il ne resterait rien de ce qui est écrit.' De faít, saisir I'unité de Ia pensée de Benjamin n'est pas chose aisée ; son identité même semble parfois échapper et se réduire à un style. Si nombre ont pu s'approprier des visages différents de cet auteur - privílégiant qui I'approche théologique, qui I'approche matérialiste, qui I'approche esthétique, esquissant qui un Benjamin baroque, qui un défenseur des avant-gardes surréaliste ou brechtienne, qui un moderne proche de Baudelaire ou' bien encore un penseur du génocide à venir -, c'est du fait de Ia prodigieuse diversité des écrits, approches et curiosités de I'auteur, de Ia partícularité de sa critique esthétique visant à restituer à chaque fois Ia singularité irréductible d'une 'façon de voir le monde'. Les textes des trois volumes des 'OEuvres' sont extraits des 'Gesammelte Schriften,' parus aux Éditions Suhrkamp.
Título: Walter Benjamin: Oeuvres - Vol. 2
ISBN: 9782070406678
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 460
Ano copyright: 1972
Coleção: Folio Essais - Vol. 373
Ano de edição: 2000
Edição: 1ª
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Autor: Walter Benjamin
Tradutor: Maurice de Gandillac | Rainer Rochlitz | Pierre Rusch
Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).