Ignacio de loyola brandao cronicas para jovens

Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Global

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Sinopse

Dando sequência à publicação de Crônicas para jovens, a Global Editora traz agora um volume dedicado a Ignácio de Loyola Brandão. A seleção, o prefácio e as notas biobibliográficas ficaram a cargo da professora Antonieta Cunha, como nos demais livros já publicados nessa mesma série.Segundo a professora Antonieta em sua apresentação, a crônica vem sendo, ao longo de décadas, a forma de Loyola testemunhar acontecimentos da vida do país ou do cotidiano de pessoas anônimas que cruzam seu dia de jornalista atento. “Nesta antologia de crônicas de Loyola, o leitor verá que nesses registros de vida do autor cabe alguma acidez, mas cabem também o sorriso e a ternura”, descreve. Como nas outras obras do escritor, o jovem leitor estará diante de textos bem-humorados, irônicos, instigantes e é convidado a embarcar num mundo de descobertas, buscas e superação de desafios. O livro traz também uma entrevista exclusiva feita pela selecionadora em que Loyola fala da infância e adolescência em Araraquara, das lutas iniciais em São Paulo, para onde foi aos 21 anos, de seus livros, da cirurgia que, de algum modo, mudou sua vida.

Dados

Título: Ignacio De Loyola Brandao Cronicas Para Jovens

ISBN: 9788526017221

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 200

Ano copyright: 2012

Coleção: Cronicas Para Jovens

Ano de edição: 2013

Edição:

Participantes

Autor: Ignacio de Loyola Brandao

Autor

IGNACIO DE LOYOLA BRANDAO

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.