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Autor: Lima Barreto
Editora: Lafonte
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Em 1915, Lima Barreto publica esta que seria considerada a sua obra-prima, Triste Fim de Policarpo Quaresma. Trata-se da história do militar e ufanista Quaresma, cuja maior ocupação é analtecer o Brasil e suas riquezas. A apaixonada defesa de seus pontos de vista faz com que ele seja considerado um louco. Enquanto isso, o major segue idealizando projetos para conflitoentre o reale o ideal acabasurgindo quando todas as suas iniciativas se frustram. o pa triota, então, conclui que a culpa de suas desilusões é uma só: os políticos. A saída, para ele, é uma urgente reforma política. Para alcançar sua meta, ele se juntará às tropas do Marechal Floriano - será o início do entendimento do verdadeiro sintimento que move a política.
Título: Triste Fim De Policarpo Quaresma
ISBN: 9788581862927
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15,6 x 23 x 1,1
Páginas: 176
Ano copyright:
Coleção: Grandes Mestres Da Literatura Brasileira
Ano de edição: 2018
Edição: 1ª
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Autor: Lima Barreto
Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu no Rio de Janeiro, em 1881. A mãe, escrava liberta, morreu quando o filho tinha seis anos. A abolição da escravatura ocorreu em 1888, no dia de seu aniversário de sete anos, mas as marcas desse período, o preconceito racial e a difícil inserção de negros e mulatos na sociedade brasileira nunca deixaram de ocupar o centro de sua obra literária. Em 1900, o escritor deu início aos registros do Diário íntimo, com impressões sobre a cidade e a vida urbana do Rio de Janeiro. Lima Barreto começa sua colaboração mais regular na imprensa em 1905, quando escreve reportagens, publicadas no Correio da Manhã, sobre a demolição do Morro do Castelo, no centro do Rio, consideradas um dos marcos inaugurais do jornalismo literário brasileiro. Na mesma época, começa a escrever a primeira versão de Clara dos Anjos, livro que seria publicado apenas postumamente, e elabora os prefácios de dois romances: Recordações do escrivão Isaías Caminha e Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá. No romance Recordações do escrivão Isaías Caminha, o jornal Correio da Manhã e seu diretor de redação são retratados de maneira impiedosa, e Lima Barreto tem então seu nome proscrito na grande imprensa carioca. O escritor passa a publicar crônicas, contos e peças satíricas em veículos como Fon-Fon, Careta e O Malho. Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. Postumamente saem Os bruzundangas e as crônicas de Bagatelas e Feiras e mafuás. Morreu no Rio de Janeiro, em 1922.