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Autor: Patrick Chamoiseau
Editora: Editora 34
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Publicado em 2017 na França, Irmãos migrantes é um ensaio e manifesto poético-político no qual Patrick Chamoiseau evoca, de forma impactante, o drama recente — e muito atual — dos refugiados na Europa. Assim fazendo, solidariza-se com cada vida que compõe uma das maiores catástrofes de nosso tempo: as migrações forçadas. O livro, dividido em dezoito breves capítulos escritos num estilo de ensaio livre, constitui um hino à hospitalidade e à tolerância, contra o embrutecimento do mundo.Com força lírica, nesse manifesto-ensaio a literatura se faz voz e grito, suscita outros “possíveis”, intui novos caminhos. É por meio da imaginação e da criatividade da linguagem que o autor reage à dimensão trágica dos acontecimentos. Valendo-se da poética relacional de Édouard Glissant, que também é a sua, o autor nos coloca diante dos fatos e da humanidade fragilizada de quem os vive, conclamando os leitores a também reagirem, a se implicarem e tomarem parte em um drama que diz respeito a todos os habitantes do planeta.Patrick Chamoiseau nasceu em 1953 em Fort-de-France, na Martinica. É autor de vários romances, contos e ensaios, e em 1992 ganhou o Prix Goncourt por seu romance Texaco. Hoje ele é uma das vozes mais influentes da literatura caribenha, com uma obra que se inscreve no cruzamento do francês e do crioulo.
Título: Irmãos Migrantes
ISBN: 9786555252705
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,1
Páginas: 120
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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(Suiça, 1975) vive entre seu país de origem e o Brasil desde 2002. Atua como docente de Literatura Italiana da Universidade Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Assim como a autora, sua obra, seja a prosa ou a poesia, transita entre diversos idiomas, pois além de autora Prisca dedica-se à tarefa de autotraduzir-se. Não surpreende que, ao longo de uma dezena de livros, ela tenha bebido de fontes das mais diversas origens, proposto diálogos em várias línguas, para então desenvolver uma literatura que perpassa fronteiras em busca daquilo que pode haver de universal à humanidade.