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Autor: Carlos Drummond de Andrade
Editora: Metailie
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Drummond décèle dans le quotidien le plus banal des scènes cocasses, les découvertes d'adolescents provinciaux pensionnaires dans la capitale, la complicité entre une petite fille et un vieil homme observés dans un tramway. Le réalisme limpide cède parfois le pas à l'extraordinaire dans les conversations d'autobus, ou au tragique quand un garnement persécute une folle. Drummond domine tous les registres de la nouvelle, du récit fantastique au conte philosophique en passant par une histoire de vampire avec un respectable gérant de banque qui mange les doigts des dames. L'universalité de ses nouvelles, d'une transparence magique, provient de l'enracinement dans une province repliée sur elle-même mais transfigurée par l'imaginaire. " A partir de détails réalistes, la narration tisse lentement sa trame dans des registres étranges ouvrant les portes du fantastique sans pour autant s'y aventurer franchement. " Le Monde. Biographie de l'auteurCarlos Drummond de Andrade est né à Itabira dans l'état de Minas Gerais en 1902 et mort à Rio de Janeiro en 1987. Il est l'un des poètes les plus importants et les plus populaires du Brésil. Il est également le traducteur de Laclos, Balzac, Hamsun, Molière, Lorca, Mauriac et Proust.
Título: Conversation extraordinaire avec une dame de ma connaissance: et autres nouvelles
ISBN: 9782864240372
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21,5
Páginas: 170
Ano copyright: 1951
Coleção: Bibliotheque Bresilienne
Ano de edição: 1995
Edição: 1ª
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Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.