Angustia

Autor: Graciliano Ramos
Editora: Penguin - Companhia

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Sinopse

Uma história de ciúmes e loucura, Angústia é o relato de um homem inconformado por não ter consigo a mulher de seus sonhos.Luís da Silva é um funcionário público de trinta e cinco anos, herdeiro de uma aristocracia rural arruinada. Apaixonado por sua vizinha, Marina Ramalho, ele se empenha para conquistá-la, até fazer da jovem sua noiva. Mas seus ciúmes, grosseria e brutalidade a afastam, levando-a diretamente aos braços de Julião Tavares — seu pior inimigo. Obcecado pela ideia de recuperar a amada e decidido a matar o rival, Luís narra, na primeira pessoa, seus pensamentos mais sórdidos a respeito da própria realidade e das relações de poder na Maceió desigual dos anos 1930.Publicado em 1936, enquanto Graciliano Ramos ainda estava na prisão, este livro foi considerado, em inquérito da Revista Acadêmica, o segundo maior romance brasileiro, perdendo apenas para Dom Casmurro, de Machado de Assis — obra com a qual Angústia dialoga imensamente.Esta edição conta com estabelecimento de texto de Ieda Lebensztayn, crítica literária e doutora em literatura brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), e posfácio de Luciana Araujo Marques, jornalista e doutoranda do Departamento de Teoria e História Literária da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Dados

Título: Angustia

ISBN: 9788582851838

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20 x 1,2

Páginas: 256

Ano copyright: 2024

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Graciliano Ramos

Organizador: Ieda Lebensztayn

Autor

GRACILIANO RAMOS

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Foi criado no sertão de Pernambuco e, aos 7 anos, morando em Viçosa, passa a estudar no Internato Alagoano, onde publica sua primeira obra, o conto Pequeno Pedinte. Em 1905, morando em Maceió, dedica-se ao estudo do inglês, do francês, e do italiano. Aos 17 anos, sob o pseudônimo Almeida Cunha, publica o soneto Céptico. Aos 18 anos se muda para Palmeira dos Índios, onde ajuda o pai em sua pequena loja de tecidos. Entre l914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalha como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século, sob as iniciais R.O. (Ramos de Oliveira). De volta a Palmeira dos Índios, assumiu a prefeitura em 1928, experiência que lhe ofereceu material para o primeiro romance, Caetés, publicado em 1933. Em 1930 renuncia ao cargo, sendo em seguida nomeado diretor da Imprensa Oficial do Estado, de onde se demite em dezembro de 1931 por motivos políticos. No ano seguinte começa a colocar no papel, seu segundo romance, São Bernardo. Em 1933 foi nomeado diretor de Instrução Pública de Alagoas - cargo correspondente ao de secretário de Estado da Educação -, permanecendo até 1936. Por conta do que, na época, foi chamado "ideias extremistas", foi detido e preso em vários presídios do Rio de Janeiro. Seu drama e dos companheiros de cadeia foram relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953. Em 1936 lançou Angústia, considerado seu romance mais complexo. Em 1938 escreve o livro que se tornaria sua obra-prima, Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região - melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Um dos maiores romancistas da história da literatura brasileira e latina, Mestre Graça, como era carinhosamente tratado, morreu no Rio de Janeiro, em 1953, aos 61 anos.